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Alexandre Herchcovitch e Guta Carvalho são os nomes responsáveis pela sutil estética oitentista de “À Deriva”, assinando respectivamente o figurino e a direção de arte. Sem deixar claro datas específicas, o filme lança mão de roupas de praia e objetos do imaginário popular em alta no início da década de 80 para reforçar o clima nostálgico.
“Vestir em sua maioria adolescentes que viviam no começo dos anos 80 foi como relembrar meu próprio guarda-roupa daquela época. O figurino é simples e não se sobrepõe ao texto e nem à história, e sim ajuda a contá-la”, afirma Herchcovitch, que já havia trabalhado como figurinista para cinema em 2007, no filme “Encarnação do Demônio”, de José Mojica Marins.
Para Guta Carvalho, “À Deriva” também é um projeto bem pessoal. “Passa-se em uma época que foi minha infância. No filme há muito de mim, da minha vida”, diz a diretora de arte que buscou em câmeras fotográficas antigas, brinquedos oitentistas, doces populares, entre outros elementos, as lembranças da infância deixada para trás.
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Fotos de Alexandre Ermel
Por Edson Soares












28 de agosto de 2009 às 14:55
Ainda não tive a portunidade de ver o filme mais vi a sua critica no jornal da folha e posso afirmar que este filme não é só um pouco da sua historia, mais sim de muitas garotas que passaram e passam por esta estapa da vida, afinal qual a pessoa que aceita o divorcio dos pais e ver o seu pai até então o seu idolo relacionar-se com outra mulher ou vice-versa?
31 de agosto de 2009 às 11:10
Dhalia e equipe, Parabéns.
Este é um dos filmes mais belos que vi nos últimos tempos. Uma fotografia bela, feliz e ensolarada, bem a cara do verão brasileiro. O figurino de fato é excepcional, pela simplicidade, conceito e memória que ele nos trás, de uma época que muito valorizou a moda infanto juvenil. Será uma referência fácil para os próximos filmes que venham a se passar na mesma época.
Ah, a história também é ótima.
Um Abraço.
Obs.: Dhalia, Cheiro do Ralo nem se compara à este. À Deriva, sem dúvidas, é muito melhor.
20 de setembro de 2009 às 20:20
Gostei do filme por vários motivos, mas a direção de arte foi um dos mais fortes. Escrevi mais sobre a percepção que tive no meu blog. Se quiserem ler como um feedback é só seguir o link do meu nome. Parabéns a todos!
11 de outubro de 2009 às 14:30
Cheiro de atual cinema argentino-europeu